Arquivo da categoria ‘Literatura’

h1

You know you love me

8 08UTC Janeiro 08UTC 2009
Gossip Girl - Não Me Esqueça, último volume da série

Gossip Girl - Não Me Esqueça, último volume da série

São 4:15 da manhã e eu acabo de ler o último volume da série Gossip Girl, o Não me Esqueça. Não me lembro de ter feito outra coisa hoje a não ser ler esse livro. Os últimos volumes de Gossip me pareciam tão pouco inovadores e tão pouco cativantes e Cecily Von Ziegesar, a autora, me chega agora com esse livro totalmente envolvente.

O último volume é diferente de todos os outros. Eu senti uma carga de humanidade presente dele que não havia nos outros. Blair, Serena, Nate, Dan e Vanessa são todos muito encantadores e ao longo desses anos (eu leio desde 2004, 2005, sei lá) eu, por muitas vezes, só queria estar ali com eles, vivendo com eles, vivendo a vida deles. Mas eles nunca foram reais. Nesse livro, eles se tornaram tão reais, tão maduros. Eu adorei!

O desfecho da história foi incrível. Surpreendentemente justo. Não vou contar, porque sei que tem gente que lê ou que assiste a série e tudo o mais.

E é claro que minha querida Cecily já lançou um volume 12 contando o início de toda história. E também uma continuação da série, com o mesmo nome, mas com outros personagens, The Carlyles. E tem também a série de The It Girl, com a continuação da história de Jenny. E ela está mais do que certa – deve aproveitar o sucesso pra lucrar mais e mais. Cecily é sensacional – eu tive a oportunidade de conhece-la e tenho até uma foto que eu postaria aqui, se não fosse tarde demais para procurá-la.

No entanto, não lerei nenhum desses livros lançados graças ao sucesso da história original. A história que eu acompanhava chegou ao fim e, de alguma forma, estou feliz com isso. Blair, Serena, Nate, Dan, Vanessa e até Jenny foram como amigos esse tempo todo, como uma válvula de escape, me mostrando um mundo onde tudo é possível, e eu fico com feliz com o happy end deles.

Isso é completamente louco, eu sei. Eu não diria isso as quatro da tarde. Mas a essa hora, perco meu filtro.

h1

Words are not enough, man!

5 05UTC Janeiro 05UTC 2009

Bom, vamos lá. O que eu tenho feito nos últimos dias a não ser me meter em conflitos e confusões?

Vi alguns filmes, entre eles O Segredo de Brokeback Mountain, que eu não entendi porque as pessoas gostam tanto, e Se Eu Fosse Você 2, que não é nenhuma obra-prima, mas dá pra dar boas risadas. Tony Ramos é mesmo sensacional.

Erica, eu, Amanda, Diego e Paloma - Reveillon 2008/2009

Erica, eu, Amanda, Diego e Paloma - Reveillon 2008/2009

O reveillon foi bem legalzinho. Fiquei até as 6 da manhã conversando com a Erica, o que significa que passarei o ano todo conversando com ela. Como se eu já não soubesse disso!

Agora estou chegando naquele momento das férias em que começo a sentir falta das aulas. Ainda não é aquele em que eu quero que as aulas voltem, apenas sinto falta. haha E vou começar um curso de espanhol agora também, o que ocupará meus sábados. É realmente um terror estudar sábado, eu sei, mas é algo que eu quero. Em todo caso, o Pedro II me fez ir pra escola aos sábados por anos, então já estou acostumado.

Ah! Comprei o volume 11 de Gossip Girl que, se não me engano, é o último da série. Esses livros nem são mais algo que me atraiam, mas foi com a série de Gossip que passei a gostar de ler, então rola uma certa consideração para com Cecily von Ziegesar. Espero que esse seja o último mesmo e eu me liberte disso. Não pega mais bem eu lendo livros da estante dos infantojuvenis. HAHAHA

Por hora, é só. Já expus demais minha vida.

Beijos para todos vocês, queridos.

h1

Uma Mulher em Berlim

10 10UTC Novembro 10UTC 2008

8501079391
Terminei de ler Uma Mulher em Berlim faz alguns dias. É o diário de uma mulher (não se sabe quem foi a autora, o livro é anônimo) que viveu escondida entre porões e quartinhos durante a guerra para a Rússia invadir a Alemanha. No diário, há relatos da fome, da falta de higiene, do estresse e dos estupros típicos desses momentos de guerra.

Foi uma leitura diferente das que costumo fazer. Já li livros mais pesados e verdadeiramente dolorosos, mas esse tem algo diferente, algo que não sei explicar. Me prendeu, mas eu não tinha pressa de acabar. Não havia anciedade por um fim, porque todos os dias dela eram basicamente iguais.

O que eu ressalto nos relatos é a luta dela para continuar vivendo. Mesmo em condições deploráveis de vida, ela não quer morrer com uma bomba caindo na cabeça dela. Ela quer viver. Mesmo naquelas condições. O que me deixa dividido nas idéias.

Sei lá, há vidas que de vidas não tem nada. E compreendo totalmente quem espera pela morte e vê na morte um descanso, um paraíso. Eu não sou assim. Eu posso estar na merda que vou achar que vou sair dali limpo. Mas há gente mais fraca. Só condeno o suicídio. Mas não condeno quem acha a morte melhor do que a vida. Porque há vidas que realmente estão aquém.

As vezes, não vale a pena viver. Bem, eu acho. Estou confuso.